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decisões e diário de estudos #1

No início desse ano (ou melhor, final do ano passado) decidi mudar de vida. Não foi como aquela simples vontade de ser mais saudável, fitness, entrar numa boa faculdade ou arrumar um bom emprego. Todo mundo tem essa vontade uma – ou sempre – vez na vida. Dessa vez foi diferente, realmente decidi que mudaria de vida, e foi aí que tudo começou. Comecei a fazer mudanças em todas as áreas da minha vida, e apesar de a mudança ser algo constante para todas as pessoas, não pensei que mudaria tanto em pouco mais de 6 meses.

Com meus plenos 18 anos, finalmente entendi o poder das decisões ao invés de temer a presença delas no meu dia a dia. Decidi que tipo de vida queria e percebi que nunca tive pressa em alcançar as coisas, que não concordava em abrir mão de coisas que gostava para ficar horas estudando e que nós temos apenas esta vida para viver (até onde sabemos). Isso já era óbvio para muitas pessoas que conviviam comigo, mas não me importava nem um pouco com os prejuízos que teria ao fazer tantos sacrifícios em prol da aprovação.

E sabe, dane-se o tempo, as pessoas que se gabam por já estarem na faculdade, os outros que estão mais preocupados com a sua aprovação que você mesmo. Dane-se, com todo o amor :). Escolhi viver melhor, priorizando a saúde, e claro: sempre estudando. Conhecimento não é esta limitado às páginas de um livro didático, está em cada melodia, verso de poema e até nos traços de um desenho.

Os estudos fizeram de mim e vão continuar me fazendo uma pessoa melhor, e isso inclui colocar na minha cabeça que: mina, você não pode acabar com o seu corpo, com a sua mente e com a sua saúde por causa de uma prova tão imbecil – apesar de importante. É como se eu tivesse um bff imaginário que é a ciência, e ele me desse conselhos todos os dias. Queria muito que todas as pessoas tivessem esse best friend desses.

Vim aqui pra escrever sobre isso porque não quero esquecer da importância que o blog tem pra mim, e a gente dá importância assim: se dedicando. Ademais, ter colocado na minha cabeça que é bom sim mudar o tempo todo, porque isso demonstra “evolução”, desenvolvimento, foi a minha salvação. Agora é muito mais fácil achar o que me faz bem, o que me ajuda a estudar (aliás, talvez minha base de estudo para o vestibular serão as questões, porque cansei de estudar teoria que já vi antes).

Uma coisa que me ajudou demais a aceitar melhor essas mudanças que aconteciam comigo, e a lidar melhor com as bads de ser vestibulando foi a galera do instagram, os chamados studygrammers (gente que posta sobre estudos, geralmente vestibulandos) com a qual tenho compartilhado meu dia a dia, e conseguido motivação (dá pra conferir minha conta clicando aqui ou procurando @ndstudy).

E mais um ponto importante: existem sim dificuldades, coisas ruins e impecilios, mas quem disse que vale a pena levar essas coisas em consideração? Ser realista é diferente de ser negativo e o que a gente quer é viver feliz, não ficar pensando nas coisas ruins da vida, né!? É questão de querer e decidir (mais uma vez a história sobre decisões).

 

thanks fravo por me ensinar a ser mais feliz

 

tem vários posts relacionados mas… preguiça de ler e linkar tudo certinho, sabe?

Fotógrafa por amor, curte games, batata frita e sorvete. É no mundo das palavras, da música e da arte visual que vive a maior parte de seu tempo (quando não está estudando).

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