• aleatoriedades,  estudos,  listas

    pétalas da internet antes da fuvest

    tocando “jovem” do supercombo – já no finalzinho da escrita desse post – porque essa música me motiva muito!

     

    eu nunca vou abandonar meus sonhos - supercombo

     

    há algum tempo vendo querendo postar esse tipo de lista com os links e coisas que me motivaram/inspiraram na semana, mês, ano, não importa a época. fiquei bastante tempo sem fazer isso porque queria ter um nome especial pra essa categoria e como não tinha nenhuma certeza se seria algo semanal ou mensal, escolhi uma palavra bem genérica que desse pra usar em tudo: pétalas. o legal – ou esquisito – é que consigo atribuir a palavra tanto para inspiração, motivação, ideias, referências… uma infinita lista de coisas.

     

    a fuvest é nesse domingo e eu estava perfeitamente bem até começar a pensar na prova. agora que comecei, não consigo mais parar e o que me resta é a bem conhecida busca pela calma. ansiedade não é algo fácil de se lidar e o jeito que achei pra isso é diminuindo o ritmo dos meus compromissos – que são muitos – e buscar um pouco de motivação. esse mundo do studygram tem me ajudado demais nesse processo, mas também várias outras partes da internet.

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    sem muita demora, aqui estão algumas coisas que me ajudaram (e me ajudam) a acalmar a maré.

     

     

     

    O que é arte pra você?

     

     

    achei esse vídeo no facebook e QUE VÍDEO LINDO. ele não tem muito a ver com o mundo dos vestibulares mas com certeza exerceu uma influência gigantesca no meu ânimo. se você gosta de arte, de pessoas, (não precisa gostar de crianças, mas se gostar vai ser mais legal ainda) de educação… tenho certeza que você vai amar isso. antes de adultos todos fomos crianças, e é muito legal ver o quê coisas tão sujetivas como a arte representam pra um ser humano. assiste, sério ♥ (foi hoje que achei o vídeo, e talvez por isso seja o que está me motivando mais)

     

     

    Nilce e Leon

     

     

    (desconsidera que é sobre o enem, porque isso tá funcionando pra mim só agora) engraçado que depois que conheci esse casal da internet saio falando pra todo mundo “ei, você precisa conhecer a Nilce e o Leon. eles isso e aquilo”. sempre brinquei com as pessoas que são de alguém ou alguma coisa e hoje – muito provavelmente – me vejo nessa situação. hoje, com certeza, eles são meus maiores motivadores da internet. seja para os estudos, casamento, ou para vida. eles são demais. (fica só entre nós que quase tive um treco quando vi eles há 20 metros de distância na BGS 2018)

     

     

    beuc – blog everyday until christmas

     

    não tem nada de muito milagroso no ato de blogar todo dia em um mês, mas desafios me conquistam facinho facinho. final de ano é com certeza um momento turbulento pra mim, especificamente a primavera (por isso fiz uma listinha da felicidade pra me ajudar). na bagunça não há melhor ajuda que a escrita para colocar as coisas no lugar. manter as coisas dentro de mim sufoca, então só de pensar em escrever mais fico tranquila.

     

     

    depoimento sobre o vestibular da faculdade dos sonhos

     

     

    confesso que quando comecei a ouvir ela falando não gostei muito, mas quem disse que minha ânsia de informações não supera tudo? assisti os três vídeos dela com relação à usp e o depoimento dela e as falas de motivação me incentivaram a continuar nessa onda. assim como tudo nessa vida: não é nada milagroso, mas pra quem está em busca de um pouco de esperança qualquer coisa vira fonte.

     

     

    minha eterna motivação

     

     

    em uma das minhas crises “o que faço da vida” achei o cara que me ajudou a entender de uma vez por todas qual faculdade fazer. certezas nem sempre são coisas absolutas e é muito bom reconhecer isso. coloco esse vídeo aqui porque é sempre bom lembrar do porquê escolhi biologia, é o que me mantém firme.

     

     

    melhor inspiração para estudantes

     

     

    essa jornada já tá comigo faz um tempinho considerável, e essa menina é uma ótima fonte de inspiração para o mundo dos estudos. aliás, esse vídeo foi um ótimo “cai na real” com muito amor pra eu parar com alguns maus hábitos nos estudos.

     

     

    devagar e sempre

    “continue a nadar” certamente é a frase que mais tem me motivado nos últimos anos. e não se trata apenas de continuar existindo, mas de viver e prestar atenção no processo. a Maki de Mingo – como sempre, me ajudando – falou sobre a nossa ânsia de ter várias ideias, projetos e querer compartilhar, fazer tudo de imeadiato. o mundo de hoje traz essa sensação de que não temos tempo e por isso precisamos fazer tudo bem rápido, mas não é bem assim. é hora de começar pequeno, devagar e sempre.

     

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    esse foi um post beeem aleatório mas que significa muito pra mim. talvez já seja uma característica do blog essa coisa do “sem revisão, postei assim mesmo”, e esse aqui surgiu num minuto e no outro já tinha digitado tudo. como repeti várias vezes aqui mesmo “não tem nenhum milagre”, é só um grito de motivação, um desabafo do que me salvou de momentos de angústia causados por essa vida louca de vestibular.

  • arte,  desafios,  fotografia

    6 on 6 forever late • n o v e m b e r

     

    até que tudo mude, nada mudou

     

    ndsfoto_facebook-6

     

    ultimamente as cores têm me chamado mais atenção na fotografia. e quando elas não ficam tão ‘chamativas’, acabo colocando um pouco mais de saturação no lightroom e fica tudo certo.

     

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    não fica natural, e nem é pra parecer real mesmo. o legal da fotografia pré e pós produção é que o conceito da foto pode ser facilmente mudado no processo. é um saco quando não pode fugir do tema, do conceito principal. mas, quando é um ensaio feito sem nenhuma regra a seguir, as coisas simplesmente fluem e a mente fica livre pra mudar o sentido que as imagens vão ter no resultado final.

     

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    mesmo que eu trabalhe com ensaios fotográficos femininos, infantis e eventos, a fotografia sempre me chamou mais atenção para a subjetividade.

     

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    cada símbolo, cor, forma e tudo que compõem uma arte visual têm um significado específico. juntos, formam um, dois, três novos sentidos. isso é incrível.

     

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    minha fotografia é mais conceitual e artística do que qualquer outra coisa, é mais forte do que eu

     

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    não percebi de início, mas o 6 on 6 tá me ajudando a me descobrir em outras áreas da fotografia. isso é ótimo.

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    por motivos maiores, as coisas andam atrasadas em todas as socials networks que administro. estou testando essa coisa de não colocar primeira letra maiúscula no início das frases e também a de postar aqui em inglês – inclusive o 6 on 6 fará parte dos posts em inglês futuramente.

    esse foi o primeiro 6 on 6 que usei a câmera para tirar as fotos. foi no próprio dia 6. minha maior dificuldade é sempre em postar, coisa que minha personalidade ‘bipolar’ não permite o tempo todo, mas esse mês saiu!

    (ignorando as 500 palavras que o google acha bom ter em uma publicação)

  • aleatoriedades,  desafios,  listas

    coisas para fazer na primavera

     

    Quando entrei na onda do Bullet Journal, pratiquei a façanha de listar coisas. Os tipos de lista eram muitos, mas reinavam as listas de coisas pra fazer, foi quando fiz a lista de coisas para fazer na primavera.

    Ano passado, quando criei essa lista, minha principal motivação era celebrar minha estação do ano favorita me envolvendo mais com a natureza (sem precisar fazer uma trilha ou acampar). Então reuni num papel, coisas simples para fazer que poderia encaixar na minha rotina. Na época me inspirei em um post do Super Ela escrito pela Maki de Mingo do desancorando (já deu tempo de enjoar de eu falando tanto dela por aqui?).

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    O foco principal da lista é fazer atividades que envolvam contato com a natureza, e faz parte de um desafio que acabei de criar que se chama Nature Connectedness (Conectados com a Natureza). O objetivo é tentar criar uma relação forte com a natureza, e como faz isso? Tendo contato com as plantas, animais etc. E também, prestar atenção nos benefícios que esse contato traz (são muitos). Mas vamos a lista, em outro momento escrevo sobre o desafio.

     

    coisas-para-fazer-primavera-2018
    Primavera no Hemisfério Sul: 23/setembro – 22/dezembro | Foto: Cintia Taira

     

    coisas para fazer na primavera

    vou marcar como • ou 

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     • andar de bicicleta (tente)

    Essa com certeza não é minha melhor habilidade. Aliás, nem é uma habilidade. Sempre quis aprender a andar de bicicleta, mas desisti ainda criança. Esse ano pude tentar pela primeira vez depois de anos – quando fui pra praia -, minha amiga Nicoly me ajudou, e acho que estou perto de aprender. (Hahah, fale em andar de bicicleta que dou risada. 19 anos e não consigo nem dar 3 pedaladas)

     

     • relembrar como é andar de patins

    Não sabia andar de bicicleta mas me recusava a ficar parada vendo as crianças do prédio brincando. Decidi aprender a andar de bicicleta, e assim o fiz. Mas, quando quebrei o braço (andando de patins) veio meu declíneo: nunca mais andei do par de tênis com rodinhas ;-;

     

     • tentar (de novo) andar de skate

    Tentar, tentar, jamais desistir. É isso.

     

     caminhar

    Mas tem que ser outside! Fora de casa, na rua, no parque, em qualquer lugar com ar fresco e natureza por perto (mesmo que seja só umas 2 árvores. gente que mora em SP me entende).

     

     • correr

    Em lugares apropriados para corrida, mas também em contato com a natureza (não vale na academia).

     

     • nadar

    Onde e como? Boa pergunta, também não sei. Mas como esse é o único esporte no qual tenho sucesso, e o único que gosto muito, seria impossível não coloca-lo aqui.

     

     • encontrar um bom chá gelado (ou café) para tomar

    No meu caso, preciso achar um chá que eu goste, e acho que vou gostar mais de um gelado. Recomenda algum lugar pra eu tomar um bom chá gelado? (ou receita) Me fala nos comentários.

     

     • dia do sorvete!

    Pra comprar aquele sorvete e aproveitar o momento! – o melhor doce na melhor estação ♥ 🙂

     

     • planejar um pic-nic com alguém especial

    (essa pessoa especial pode ser você!).

    No meu caso, será com o Flávio

     

     • ir ao pic-nic.

    Precisei colocar esse aqui porque costumo planejar e não fazer (ops)

     

     • tirar MUITAS fotos.

    Às vezes é um pouco difícil lembrar/ter vontade de fotografar bons momentos quando se trabalha com fotografia.

     

     • […] e postar fotos!

    The boss. Confesso que postar minhas fotografias nas redes não é lá algo tão natural pra minha pessoa.

     

    √ ler embaixo de uma árvore.

    Coloca um lençol no chão, deixa perto uma garrafa de água, alguma coisa pra comer. Pronto ♥ (pessoas sensíveis aos insetos, como eu, usem repelente)

     

    √ escrever sentado(a) na grama.

    Escrever nunca é demais, e quando fazemos isso diariamente nossa percepção de vida muda!

     

     • ler 1 livro em 1 dia.

    Tenta com um pequeno, ok?! Não aceitei minha incapacidade demorar tanto para terminar um livro, por isso sempre retorno com esse tipo de desafio.

     

     estudar em uma cafeteria, biblioteca e/ou parque.

    Uma ótima forma de voltar ao pique #studyhard.

     

     • festejar!

    Com coisas naturais! Seja um lugar, um prato, ou com o tema da primavera. E quando escolhi isso, foi com o objetivo de comemorar aniversários de namoro. Só tenho mais 2 até o final da primavera, então lets work

     

    (essa minha lista reúne um pouco de todas as coisas que queria fazer para variar a rotina, por isso se tornou bem pessoal)

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    E você, já pensou nas coisas que quer fazer na primavera? E me conta o que você achou do desafio Nature Connectedness.

  • arte,  lifestyle

    5 motivos para ter um diário

    Diários sempre fizeram parte da minha vida até que, por vergonha (pois é) decidi troca-los por agendas – que acabaram incluindo em minha rotina o conceito de to do list planners e hoje o famoso bujo. Me recusei a ter essa forma de registro até que li O Diário de Annie Frank. Ele não foi nada do que eu esperava ser e a experiência de lê-lo foi suficiente para me convencer de que, sim, é legal ter um diário.

    Ainda tentando me convencer de tais benefícios, pensei em motivos que me fariam ter um diário. E me convenceram, já que, são coisas de que preciso (e provavelmente a maioria das pessoas também).

    Ter um diário…

    1. Ajuda a ter auto-conhecimento. Essa com certeza é a parte mais legal, de tanto escrever sobre as coisas de acordo com nossas perspectivas e opiniões mais íntimas, mais compreendemos a forma como pensamos e porquê somos do jeito que somos. rsrs, redundância

    2. Organiza pensamentos, o que ajuda a raciocinar melhor, fazer escolhas melhores e pensar com mais lógica. Como experiência própria, não há nada pior do que ficar com as ideias bagunçadas, uma confusão total na mente.

    3. Desenvolve melhor os próprios sentimentos, já que, o processo de análise constante de várias situações (descritas) e das respectivas emoções (sentidas durante os acontecimentos) ajudam a perceber padrões de comportamento (que normalmente estão associados aos sentimentos). Ou seja, você passa a entender melhor como se sente, porquê se sente e quais coisas te fazem sentir desse jeito. Isso também pode ser chamado de inteligência emocional, o que ajuda muito nl relacionamento inter-pessoal.

    4. Melhora a escrita e a fala. E quando digo escrita e fala, estou me referindo à coisas referentes à linguagem. Não acho que ninguém nasce com um certk talento que o torna mais coerente em sua escrita, tudo isso vem através da prática, assim como a maioria das coisas. Já na questão da fala, há uma voz interior que fala conosco enquanto escrevemos, essas palavras todas que vêm da nossa mente e vão parar no papel acabam interferindo indiretamente na nossa fala, em como falamos, outro motivo para dar importância à escrita.

    5. Mantém suas mãos ativas, e isso só vale se a pessoa em questão literalmente escreve em um papel, com caneta, lápis ou sei lá o que der vontade no coração. Há diversos estudos que falam sobre como usar as mãos interfere no aprendizado de qualquer coisa, mas não é necessário ler artigos científicos sobre isso, basta fazer os testes. No meu caso, fica muito clara a diferença entre o físico e o digital, e apesar de estar habituada com ambos, um pedaço de papel tem o poder de acelerar o processo cognitivo. Além disso, acho que precisamos continuar escrevendo no papel porque os dedos estão sendo cada vez mais deixados de lado na questão da escrita (como já vi a Maki – desancorando.com.br – citar em um dos posts sobre o morning pages), e não acho que esse abandono seja bom.

    Mesmo gostando de escrever e fazendo isso de várias formas possíveis, não consegui me conter à vontade de ter um diário. Não é nada de maravilhoso quando se olha de longe, parece apenas uma bobeira de criança – o que talvez seja – e talvez seja suspeito dizer que não é (vindo de alguém que é tida um tanto quanto infantil), mas acredito que ter um diário não traz nada de ruim e não é uma perca de tempo. Depois de pensar bastante sobre isso, acho que retratar os dias não é algo tão bobo assim.

    Vibe de BEDA?! Estou escrevendo sobre coisas que nunca imaginei postar aqui e lutando contra a vontade de dormir, perdendo minutos de ligação com o namorado e vencendo a preguiça. Agora que decidi ter um diário (real, não um blpg, nunca vi esse URL como um diário), e que estou com coragem suficiente para isso, já valeu esses dois dias de BEDA. Mas ainda vou tentar continuar.

    Sorry se houver erros de digitação.

    By natinha . bom . br pq é mais legal se zoar com isso

  • aleatoriedades,  lifestyle

    sobre a individualidade do ser afetada pelas redes sociais

    Ser, ser, ser. Já usei essa palavra tanto que até enjoa. Mas enfim, quase me esqueci do BEDA e nunca me senti tão agradecida por ter um celular, que posso usar para digitar este texto sem precisar ligar o computador como me sinto agora.

    Estou lendo O Diário de Annie Frank, livro cuja leitura tem sido muito esperada por mim há anos. Assim como várias coisas em minha vida, compreendo que agora é o melhor momento para conhecer um pouco mais de Annie, e é por causa deste livro que venho pensando tanto sobre a individualidade do ser.

    Quero ser breve pois, para manter energias carregadas para o BEDA inteiro, preciso economizar palavras – o que nao é legal. Então, lá vai.

    As redes sociais têm me chateado muito, e na verdade, elas nunca me foram um motivo de alegria. Essa coisa das pessoas compartilharem a vida, sentimentos e intimidades de forma tão aberta e sem critério me irrita. Até minha própria mania de ter esses pensamentos estão me irritando ultimamente (provavelmente as descrições frequentemente caóticas de Annie estão me influenicenciando. Se você já leu o livro deve estar entendendo meu ponto), e vez ou outra esses pensamentos são tao profundos que me fazem sentir nojo do celular que é um mero objeto criado para facilitar o dia a dia (mesmo que tenha papel de impecilio aos que não sabem muito bem usa-lo, e tambem estou inclusa nessa lista).

    Mesmo que eu faça parte desse mundo, com um studygram, vários perfis, e vez ou outra produzindo material e ajudando o mundo digital na sua rotação, não me sinto parte dele e nem quero me sentir. Tudo parece tão banal, tão mesquinho e inútil. Sei que o propósito do blog era falar sobre amor, mas todos os dias vejo pessoas perdendo o amor de tanto ficarem submersas às profundezas das redes sociais. Mesmo quando temos “amigos” selecionados, curtimos determinados posts e seguimos páginas específicas com nossos gostos, os feeds, ainda assim, não se parecem nada com algo bom, saudável e feliz. Ainda que exista essa coisa boa, não dura muito tempo, e acredito que todas as pessoas que pararam um pouquinho para refletir sobre como esses algoritmos modificam a vida delas, perceberam que não são alterações muito boas. E dói, dói mesmo tentar aceitar que as coisas que foram feitas – supostamente – para o bem causam tanto mal (e não sei se algum dia vou comentar sobre que tipo de mal elas causam, já que muita gente fala sobre isso vez ou outra).

    Não estou dizendo para você largar a Internet e excluir as redes (esta última sempre é reconsiderada por mim) porque admito que isso é um ato um tanto exagerado para ser feito sem nenhum pensamento elaborado, mas, consigo perceber que quanto menos as pessoas usam essas redes, mais são felizes, e essa é a meta de vida, certo?!

    Pesado o assunto, né?! Talvez. Mas amor não é tudo, não quando há outros problemas a serem resolvidos. E, sério, experimenta usar as redes sociais 50% menos no seu dia a dia, a vida fica tão mais legal, e é isso que nos ajuda a perceber nossa própria individualidade.

    Assim como em outras ocasiões, me recuso a editar o texto e, relendo algumas partes, percebo o quanto adquiri um pouco das características de escrita da Annie (versão em português), o que deve ser bom. E mesmo este texto não fazendo parte do tipo que gostaria, ou tivesse a abordagem que esperava, ainda assim vou postar porque é BEDA e nessa época pode tudo. Aliás, quem raios disse que não posso escrever minhas angústias aqui? Acho que estou menos amorzinho que normalmente.

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