• arte,  lifestyle

    5 motivos para ter um diário

    Diários sempre fizeram parte da minha vida até que, por vergonha (pois é) decidi troca-los por agendas – que acabaram incluindo em minha rotina o conceito de to do list planners e hoje o famoso bujo. Me recusei a ter essa forma de registro até que li O Diário de Annie Frank. Ele não foi nada do que eu esperava ser e a experiência de lê-lo foi suficiente para me convencer de que, sim, é legal ter um diário.

    Ainda tentando me convencer de tais benefícios, pensei em motivos que me fariam ter um diário. E me convenceram, já que, são coisas de que preciso (e provavelmente a maioria das pessoas também).

    Ter um diário…

    1. Ajuda a ter auto-conhecimento. Essa com certeza é a parte mais legal, de tanto escrever sobre as coisas de acordo com nossas perspectivas e opiniões mais íntimas, mais compreendemos a forma como pensamos e porquê somos do jeito que somos. rsrs, redundância

    2. Organiza pensamentos, o que ajuda a raciocinar melhor, fazer escolhas melhores e pensar com mais lógica. Como experiência própria, não há nada pior do que ficar com as ideias bagunçadas, uma confusão total na mente.

    3. Desenvolve melhor os próprios sentimentos, já que, o processo de análise constante de várias situações (descritas) e das respectivas emoções (sentidas durante os acontecimentos) ajudam a perceber padrões de comportamento (que normalmente estão associados aos sentimentos). Ou seja, você passa a entender melhor como se sente, porquê se sente e quais coisas te fazem sentir desse jeito. Isso também pode ser chamado de inteligência emocional, o que ajuda muito nl relacionamento inter-pessoal.

    4. Melhora a escrita e a fala. E quando digo escrita e fala, estou me referindo à coisas referentes à linguagem. Não acho que ninguém nasce com um certk talento que o torna mais coerente em sua escrita, tudo isso vem através da prática, assim como a maioria das coisas. Já na questão da fala, há uma voz interior que fala conosco enquanto escrevemos, essas palavras todas que vêm da nossa mente e vão parar no papel acabam interferindo indiretamente na nossa fala, em como falamos, outro motivo para dar importância à escrita.

    5. Mantém suas mãos ativas, e isso só vale se a pessoa em questão literalmente escreve em um papel, com caneta, lápis ou sei lá o que der vontade no coração. Há diversos estudos que falam sobre como usar as mãos interfere no aprendizado de qualquer coisa, mas não é necessário ler artigos científicos sobre isso, basta fazer os testes. No meu caso, fica muito clara a diferença entre o físico e o digital, e apesar de estar habituada com ambos, um pedaço de papel tem o poder de acelerar o processo cognitivo. Além disso, acho que precisamos continuar escrevendo no papel porque os dedos estão sendo cada vez mais deixados de lado na questão da escrita (como já vi a Maki – desancorando.com.br – citar em um dos posts sobre o morning pages), e não acho que esse abandono seja bom.

    Mesmo gostando de escrever e fazendo isso de várias formas possíveis, não consegui me conter à vontade de ter um diário. Não é nada de maravilhoso quando se olha de longe, parece apenas uma bobeira de criança – o que talvez seja – e talvez seja suspeito dizer que não é (vindo de alguém que é tida um tanto quanto infantil), mas acredito que ter um diário não traz nada de ruim e não é uma perca de tempo. Depois de pensar bastante sobre isso, acho que retratar os dias não é algo tão bobo assim.

    Vibe de BEDA?! Estou escrevendo sobre coisas que nunca imaginei postar aqui e lutando contra a vontade de dormir, perdendo minutos de ligação com o namorado e vencendo a preguiça. Agora que decidi ter um diário (real, não um blpg, nunca vi esse URL como um diário), e que estou com coragem suficiente para isso, já valeu esses dois dias de BEDA. Mas ainda vou tentar continuar.

    Sorry se houver erros de digitação.

    By natinha . bom . br pq é mais legal se zoar com isso

  • aleatoriedades,  lifestyle

    sobre a individualidade do ser afetada pelas redes sociais

    Ser, ser, ser. Já usei essa palavra tanto que até enjoa. Mas enfim, quase me esqueci do BEDA e nunca me senti tão agradecida por ter um celular, que posso usar para digitar este texto sem precisar ligar o computador como me sinto agora.

    Estou lendo O Diário de Annie Frank, livro cuja leitura tem sido muito esperada por mim há anos. Assim como várias coisas em minha vida, compreendo que agora é o melhor momento para conhecer um pouco mais de Annie, e é por causa deste livro que venho pensando tanto sobre a individualidade do ser.

    Quero ser breve pois, para manter energias carregadas para o BEDA inteiro, preciso economizar palavras – o que nao é legal. Então, lá vai.

    As redes sociais têm me chateado muito, e na verdade, elas nunca me foram um motivo de alegria. Essa coisa das pessoas compartilharem a vida, sentimentos e intimidades de forma tão aberta e sem critério me irrita. Até minha própria mania de ter esses pensamentos estão me irritando ultimamente (provavelmente as descrições frequentemente caóticas de Annie estão me influenicenciando. Se você já leu o livro deve estar entendendo meu ponto), e vez ou outra esses pensamentos são tao profundos que me fazem sentir nojo do celular que é um mero objeto criado para facilitar o dia a dia (mesmo que tenha papel de impecilio aos que não sabem muito bem usa-lo, e tambem estou inclusa nessa lista).

    Mesmo que eu faça parte desse mundo, com um studygram, vários perfis, e vez ou outra produzindo material e ajudando o mundo digital na sua rotação, não me sinto parte dele e nem quero me sentir. Tudo parece tão banal, tão mesquinho e inútil. Sei que o propósito do blog era falar sobre amor, mas todos os dias vejo pessoas perdendo o amor de tanto ficarem submersas às profundezas das redes sociais. Mesmo quando temos “amigos” selecionados, curtimos determinados posts e seguimos páginas específicas com nossos gostos, os feeds, ainda assim, não se parecem nada com algo bom, saudável e feliz. Ainda que exista essa coisa boa, não dura muito tempo, e acredito que todas as pessoas que pararam um pouquinho para refletir sobre como esses algoritmos modificam a vida delas, perceberam que não são alterações muito boas. E dói, dói mesmo tentar aceitar que as coisas que foram feitas – supostamente – para o bem causam tanto mal (e não sei se algum dia vou comentar sobre que tipo de mal elas causam, já que muita gente fala sobre isso vez ou outra).

    Não estou dizendo para você largar a Internet e excluir as redes (esta última sempre é reconsiderada por mim) porque admito que isso é um ato um tanto exagerado para ser feito sem nenhum pensamento elaborado, mas, consigo perceber que quanto menos as pessoas usam essas redes, mais são felizes, e essa é a meta de vida, certo?!

    Pesado o assunto, né?! Talvez. Mas amor não é tudo, não quando há outros problemas a serem resolvidos. E, sério, experimenta usar as redes sociais 50% menos no seu dia a dia, a vida fica tão mais legal, e é isso que nos ajuda a perceber nossa própria individualidade.

    Assim como em outras ocasiões, me recuso a editar o texto e, relendo algumas partes, percebo o quanto adquiri um pouco das características de escrita da Annie (versão em português), o que deve ser bom. E mesmo este texto não fazendo parte do tipo que gostaria, ou tivesse a abordagem que esperava, ainda assim vou postar porque é BEDA e nessa época pode tudo. Aliás, quem raios disse que não posso escrever minhas angústias aqui? Acho que estou menos amorzinho que normalmente.

  • lifestyle

    19 “adultices” antes dos 19

    nem tão adultas assim*

    Acho que – finalmente – estou me libertando da pressão que eu mesma coloco em mim pra cumprir prazos (com o blog ‘???’) e pra criar coisas que sejam realmente conteúdo. De tanto me preocupar com essas coisas esqueci que acima disso o blog é algo bem pessoal, é um registro de histórias, sentimentos, imagens, da minha vida. O que vier depois… bom, isso a gente vê depois.

    O ser humano gosta de criar metas, né? De se desafiar, tentar fazer coisas que nunca fez. E assim nossa vida muda do rotineiro ao “uau, fiz alguma coisa diferente”. É a mesma história de sempre, e não é diferente comigo (que traço metas desde os meus 10 anos).

    Amo desafios, coisas difíceis e que pareçam impossíveis, mas não é por isso que resolvi fazer 19 coisas até meu aniversário de 19 anos. Decidi fazer esse “desafio” com o tema principal de “CAI NA REAL, você já é adulta e precisa viver como tal: independente”. Ok, isso não significa que vou dar um jeito de ir morar sozinha em menos de 3 meses, significa que nesse período de tempo preciso adquirir hábitos ou fazer coisas que me coloquem mais perto de uma vida adulta, autônoma, independente. Ps.1: não é sobre estado de espírito e um dia ainda tenho que escrever sobre eu ter o espírito de uma eterna criança. Ps.2: Não esquece da diversão, Nat.

    Tudo se resume a: Quer fazer algo? Então comece, não espere alguém te lembrar do que você quer fazer.

     

    1-matricial
    de 2015, estudando pontos focais em fotografia

     

    Nunca fui muito do tipo que busca conquistar coisas que podem ser concluídas em apenas um momento, com um só objetivo… o que é contínuo demanda mais esforço, leva as experiências e ganhos pro resto da vida, é mais legal. Certo!?

     

    a maioria dos itens na lista abaixo se baseiam em coisas que parei de fazer, mas que thank god descobri que fazem parte de mim, e que, sim, quero voltar a fazer

    19 coisas para fazer antes dos 19 anos

    ~~medinho

    organizadas em grau de dificuldade e prioridades diretamente proporcionais

    • os mais difíceis primeiro – até o 6th
    • os mais “tangíveis” depois
    1. Começar – e não parar – a lutar pelo meu futuro. E quando digo lutar por um futuro, considerando quem eu sou, fica muito claro que tudo se resume aos estudos. Se tem algo que tem sido difícil ultimamente é estudar para o vestibular. Não causa tanta excitação “revisar” aquilo que você já estudou 2, 3 vezes, quanto as matérias que você nem sabia que existiam ao iniciar o curso na faculdade. Não é fácil, mas é necessário.
    2. Cuidar da saúde mental. Seria este o mais difícil? Talvez. Logo após perder direito ao convênio (droga de sistema de saúde) ficou impossível continuar com a terapia. Até hoje não achei outro método mais eficiente de não perder as estribeiras que não seja deitar e ficar olhando pro teto, e como não é possível ter grandes mudanças estando parada, PRECISO arrumar um outro jeito de ficar bem comigo mesma.
    3. Alimentação saudável. Ou, começar a controlar a única coisa que não tenho paciência: consumo de comida. Apreciar o preparo diário de tanta comida – ao invés de comer qualquer bolacha no armário – já é um bom começo. Só eu não tenho paciência com essas coisas?
    4. Fitness lifestyle, really? Not at all. Ta aí uma coisa que comecei a me importar nos últimos tempos: ter um corpo saudável. Como meu biotipo não é ala magrinha, quando criança, coloquei na minha cabeça que tudo bem ter o meu buchinho. Hoje as ideias estão diferentes: tudo bem ter minhas gordurinhas, mas quero ser o mais saudável que meu corpo permitir. E o melhor: aprendi a amar incondicionalmente o exercício físico.
    5. Show love for yoursef, make you beauty. Desde a metade do ensino médio – quando meu tempo se tornou caótico – não tenho cuidado muito bem de mim, e sinto que minha mente ainda vive naquela época: caótica, perdida, confusa e… bem, bagunçada. Okay que não é beem assim, mas o negócio é: parei de cuidar da minha aparência e ainda estou levando tudo pelos cotovelos igual naquela época. Mudança, já!
    6. Viva o AGORA! Enjoy the moment. Contraditoriamente, carreguei comigo aspectos do passado enquanto que no presente estava preocupada com o futuro. Doido né? Mas isso tem que parar. Não é atoa que o tempo é dividido nestas 3 partes: cada uma tem sua importância e precisa ficar nela.
    7. Lidar com o florestalis como UM BLOG. Não é site de conteúdo, não é texto de auto-ajuda, não é divulgação de poema. É de tudo um pouco kssk, porém, muito pessoal.
    8. FOTOGRAFE +. O que mais procrastino desde sempre? Pois é. E o pior de tudo é que faço isso por pura vergonha. Fotografar mais não só trará mais fotinhas para postar, mas irá melhorar a forma como lido com o mundo, com as pessoas e principalmente comigo.
    9. Toque como uma verdadeira musicista. Brincadeiras a parte, essa é a coisa que deixei de me esforçar faz o tempo e a que mais me faz falta.
    10. Aprender a andar de bicicleta, porque não pode virar adulto e não saber pedalar aqui e acolá.
    11. Começar a escrever meu livro, pois, como todos os amantes da escrita “as histórias nunca foram só pra nós, mas para o mundo”. Generalizing, its not real.
    12. Subir de nível pra jogar as ranqueadas 5×5 e 3×3 flex (league of legends). Não tem nem o que comentar nessa, quem sabe, sabe. rs
    13. Começar a seguir ordem de leitura para a DC Rebirth. Se essa não é a coisa mais esperada para o Ritchie eu não sei o que é. DC Rebirth é a nova geração de histórias em quadrinhos da DC, e tudo o que dá pra dizer sobre isso é: se esforça pra ler, sério.
    14. Voltar às origens animê: Naruto Shippuden me aguarda (desde muitos anos atrás).
    15. Desenhar, sempre. E qual o real motivo? Te conecta com seu interior, desenvolve hand skills e é uma terapia, mais que a escrita, menos que a música (nas minhas perspectivas).
    16. Aprender novas línguas. Comunicação não é o meu forte e é por isso que GOSTO TANTO dessa área. Frânces e alemão são as da vez (agora que sei um pouco do inglês).
    17. Sair com mais frequência. Não tenho espírito nômade, mas necessito sair de casa o tempo todo. Quando não o faço, fico doida.
    18. Reenviar todas as fotos que tirei <3. The most difficult? Maybe. Meu complexo de perfeccionismo m atrapalha bastante na parte profissional em fotografia. Se deixar, fico 3 horas editando uma foto sequer. Então… quero reenviar as fotos que tirei pras pessoas, e assim ficar mais tranquila, em paz comigo.
    19. Mudar o quarto é algo constante na minha mente: parece que nunca estou satisfeita. Mas desta vez é diferente, só quero que atenda às minhas necessidades minimamente artísticas e intelectuais. (por quê comecei a falar difícil do nada? foi automático, n tenho culpa).

     

    Sem consolo de: tudo bem não conseguir fazer tudo. Sem essa. Você consegue. Só vai.

  • lifestyle

    8 desafios da blogosfera para aderir

    Ou: Os projetos que fiquei muito empolgada para começar a escrever a respeito no mês de abril.

    #BEDA2

    Eu amo desafios, eles tiram as pessoas da zona de conforto e fazem elas evoluírem. Esse amor todo fez com que eu fosse viciada em novos desafios. Listei aqui os 8 desafios que vou aderir em Abril, em que cada um tem uma função (seja entretenimento ou dinamização na escrita).

    Falei sobre o que você ia encontrar aqui no bog, mas agora os assuntos tomaram mais um rumo: os desafios da blogosfera. E é claro que eu iria participar, começando pelo BEDA. BLOG EVERYDAY IN APRIL, achei que nunca mais enfrentaria um Beda depois de falhar no BEUC (blog everyday until christmas), mas cá estou eu. Desta vez não quero apenas postar todos os dias, mas – durante o próximo mês – dinamizar a produção de cada post, assim como registrar melhor esse comecinho da minha nova – doida- rotina. Uma loucura.

     

  • aleatoriedades,  arte,  estudos,  lifestyle,  organização

    o que vem por aí

    Ainda dá tempo de postar no primeiro dia do BEDA <3

    #BEDA1

    Comecei com esse mesmo nome – florestalis – em outra URL, não tinha domínio (nome próprio) e era do blogspot (falei mais sobre isso no primeiro post). O antigo blog vai deixar de existir, mas vou armazenar as coisas mais importantes lá no tumblr.

    Agora que as coisas na minha vida estão mudando de uma forma diferente – na verdade, eu estou mudando – quero recomeçar tudo com mais responsabilidade, e retomar o que parei com mais compromisso. Isso acarreta um turbilhão de coisas para falar a respeito.

     

    o que vem por aí?

    Meu principal objetivo aqui é registrar um pouco da minha vida e das coisas que aprendi, de uma forma que sejam úteis para outras pessoas. Então, esse é um blog pessoal, e não um diário. Aqui vai ter texto, mas também vai ter post com 20 fotos e 3 frases. Vai ter dicas sobre estudos mas também vou falar dos meus ilustradores preferidos. Vou escrever sobre os quadrinhos que estou lendo mas também sobre os livros que ainda não comecei a escrever. Quero que este blog seja uma forma de me motivar e de motivar você que está lendo a fazer as coisas que sempre quis fazer. Seria um sonho se o florestalis se tornasse uma fonte de inspiração, e se funcionar pra mim, já está mais do que bom.

    é blog de que?

    estudos, organização, lifestyle e tudo que envolve amor.

    Ok, isso esta abaixo da minha foto, mas achei que precisava escrever melhor sobre isso não só para ter uma direção do que escrever, mas também para te dar um pouco de spoiler do que vai ter aqui.