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    até que tudo mude | diário de estudo #1

    florestalis-header

     

    milagrosamente o que sinto neste momento pré-prova não é desespero. uma paz imensa tomou conta do meu ser e até a famigerada confiança que geralmente não me pertence, se faz presente em mim. “vou escrever sobre o que estou sentindo antes da prova porque vai me ajudar”, pensei ontem. tudo o que eu esperava era um oceano de medo, angústia e ansiedade. essa última vem me acompanhando já faz sei lá quanto tempo, e nos últimos dias foi mais forte, mas hoje, é só uma lembrança. primeiramente me sinto grata ao Amor. em segundo lugar, me sinto orgulhosa de mim por esse gigante passo. “não é nada de muito maravilhoso”, eu estava prestes a digitar. mas é sim! de tantas provas que fiz, tantas horas de estudo, anos de uma esperança quase morta… nunca me senti tão viva e com tanta fé. não é um mérito meu, mas é algo para se orgulhar. como disseram alguns professores “você vai lá fazer essa prova com um sorriso no rosto”. lembro também de um texto que li no instagram ‘como pode o caminho ser tão tortuoso e de dor se o objetivo da vida é ser feliz? seu plano é ser feliz, então torne o processo agradável’. hoje mudo minha postura de desesperança e medo. hoje eu escolho encarar as coisas de um jeito diferente, mais alegre, com um sorriso no rosto. e parece mesmo algo que não é nada de muito milagroso”, até que você também sinta e comece a agir assim. o Amor muda tudo, e é preciso coragem para deixa-lo transformar os corações.

     

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    quando tudo começou a mudar, leia neste link

     

    #BEUC

     

     

  • aleatoriedades,  estudos,  listas

    pétalas da internet antes da fuvest

    tocando “jovem” do supercombo – já no finalzinho da escrita desse post – porque essa música me motiva muito!

     

    eu nunca vou abandonar meus sonhos - supercombo

     

    há algum tempo vendo querendo postar esse tipo de lista com os links e coisas que me motivaram/inspiraram na semana, mês, ano, não importa a época. fiquei bastante tempo sem fazer isso porque queria ter um nome especial pra essa categoria e como não tinha nenhuma certeza se seria algo semanal ou mensal, escolhi uma palavra bem genérica que desse pra usar em tudo: pétalas. o legal – ou esquisito – é que consigo atribuir a palavra tanto para inspiração, motivação, ideias, referências… uma infinita lista de coisas.

     

    a fuvest é nesse domingo e eu estava perfeitamente bem até começar a pensar na prova. agora que comecei, não consigo mais parar e o que me resta é a bem conhecida busca pela calma. ansiedade não é algo fácil de se lidar e o jeito que achei pra isso é diminuindo o ritmo dos meus compromissos – que são muitos – e buscar um pouco de motivação. esse mundo do studygram tem me ajudado demais nesse processo, mas também várias outras partes da internet.

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    sem muita demora, aqui estão algumas coisas que me ajudaram (e me ajudam) a acalmar a maré.

     

     

     

    O que é arte pra você?

     

     

    achei esse vídeo no facebook e QUE VÍDEO LINDO. ele não tem muito a ver com o mundo dos vestibulares mas com certeza exerceu uma influência gigantesca no meu ânimo. se você gosta de arte, de pessoas, (não precisa gostar de crianças, mas se gostar vai ser mais legal ainda) de educação… tenho certeza que você vai amar isso. antes de adultos todos fomos crianças, e é muito legal ver o quê coisas tão sujetivas como a arte representam pra um ser humano. assiste, sério ♥ (foi hoje que achei o vídeo, e talvez por isso seja o que está me motivando mais)

     

     

    Nilce e Leon

     

     

    (desconsidera que é sobre o enem, porque isso tá funcionando pra mim só agora) engraçado que depois que conheci esse casal da internet saio falando pra todo mundo “ei, você precisa conhecer a Nilce e o Leon. eles isso e aquilo”. sempre brinquei com as pessoas que são de alguém ou alguma coisa e hoje – muito provavelmente – me vejo nessa situação. hoje, com certeza, eles são meus maiores motivadores da internet. seja para os estudos, casamento, ou para vida. eles são demais. (fica só entre nós que quase tive um treco quando vi eles há 20 metros de distância na BGS 2018)

     

     

    beuc – blog everyday until christmas

     

    não tem nada de muito milagroso no ato de blogar todo dia em um mês, mas desafios me conquistam facinho facinho. final de ano é com certeza um momento turbulento pra mim, especificamente a primavera (por isso fiz uma listinha da felicidade pra me ajudar). na bagunça não há melhor ajuda que a escrita para colocar as coisas no lugar. manter as coisas dentro de mim sufoca, então só de pensar em escrever mais fico tranquila.

     

     

    depoimento sobre o vestibular da faculdade dos sonhos

     

     

    confesso que quando comecei a ouvir ela falando não gostei muito, mas quem disse que minha ânsia de informações não supera tudo? assisti os três vídeos dela com relação à usp e o depoimento dela e as falas de motivação me incentivaram a continuar nessa onda. assim como tudo nessa vida: não é nada milagroso, mas pra quem está em busca de um pouco de esperança qualquer coisa vira fonte.

     

     

    minha eterna motivação

     

     

    em uma das minhas crises “o que faço da vida” achei o cara que me ajudou a entender de uma vez por todas qual faculdade fazer. certezas nem sempre são coisas absolutas e é muito bom reconhecer isso. coloco esse vídeo aqui porque é sempre bom lembrar do porquê escolhi biologia, é o que me mantém firme.

     

     

    melhor inspiração para estudantes

     

     

    essa jornada já tá comigo faz um tempinho considerável, e essa menina é uma ótima fonte de inspiração para o mundo dos estudos. aliás, esse vídeo foi um ótimo “cai na real” com muito amor pra eu parar com alguns maus hábitos nos estudos.

     

     

    devagar e sempre

    “continue a nadar” certamente é a frase que mais tem me motivado nos últimos anos. e não se trata apenas de continuar existindo, mas de viver e prestar atenção no processo. a Maki de Mingo – como sempre, me ajudando – falou sobre a nossa ânsia de ter várias ideias, projetos e querer compartilhar, fazer tudo de imeadiato. o mundo de hoje traz essa sensação de que não temos tempo e por isso precisamos fazer tudo bem rápido, mas não é bem assim. é hora de começar pequeno, devagar e sempre.

     

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    esse foi um post beeem aleatório mas que significa muito pra mim. talvez já seja uma característica do blog essa coisa do “sem revisão, postei assim mesmo”, e esse aqui surgiu num minuto e no outro já tinha digitado tudo. como repeti várias vezes aqui mesmo “não tem nenhum milagre”, é só um grito de motivação, um desabafo do que me salvou de momentos de angústia causados por essa vida louca de vestibular.

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    “o que eu quero ser quando crescer” bio vs med

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    E porquê desisti de medicina. E talvez uma desmistificação de que essa área é mesmo prestigiada (por mim).

    *estou mais feliz porque ao participar do beda (blog everyday in august), estou escrevendo mais, e consigo perceber que aos poucos, vou melhorando. Isso é beeem legal, ~ c voz de criança mesxmo

    Após um tempo tomando coragem de admitir o tamanho da responsa, gritei aos quatro cantos que medicina era minha futura profissão. Não tinha certeza que era realmente isso que queria, e acho que ninguém tem certeza absoluta da maioria das decisões que toma. E digamos que, ter certeza não é meu forte. Hoje, vejo essa indecisão toda como uma qualidade, o que me ajuda a ser mais prudente e cuidadosa, e me torna mais flexível para mudanças. Afinal, fica difícil melhorar quando não se esta disposto a mudar. Não quer dizer que seja fácil, mas é bem mais tranquilo viver tentando ter mindgrowing, a chamada mentalidade de crescimento.

    O que mais nos perguntam em nossa infância – pelo menos nas que presenciei, e a minha – se resume no que raios faremos com a nossa vida quando estivermos adultos. Há muita discussão sobre isso de vários lados, seja psicólogos, pais, educadores e até das próprias crianças que geralmente são cobradas da responsabilidade de decidir o futuro delas sem ao menos ter maturidade emocional para isso (fui tendenciosa né, eu sei). Pense um pouco sobre como foi isso para você, e me conta aí embaixo como você lidou com tudo isso. Se puder, pesquisa um pouco sobre essa exigência que a sociedade exerce nas crianças, coisa que acredito ser verdade, mas que pode ser contornada através dos pais e educadores.

    Sempre tive liberdade de escolher qual profissão teria no futuro, mas isso não minimizava a expectativa de meus pais. Pensei em ciências, arqueologia, área militar, arquitetura, engenharia, letras, fotografia, jornalismo e por aí vai. Lembro que quando estava prestes a começar o ensino fundamental (primeira série), minha professora me disse a seguinte frase “você pode ser qualquer coisa que quiser quando crescer, mas precisa acreditar.”. Essa frase quebrou minhas pernas ao mesmo tempo que abriu mil leques de possibilidades, enquanto podia escolher qualquer coisa precisa ter de que conseguiria isso, e falando sério, fé sempre foi o meu fraco. Autoconfiança nunca foi meu ponto forte, apesar de sempre mostrar o contrário (ainda bem que estou aprendendo a ser).

    Lembro de responder as perguntas, posteriormente, “cientista”. E logo questionavam de novo “mas cientista de quê? Sabe que existem várias áreas né?”. “Sei, mas só quero ser cientista”. Lembro ainda, como se fossem flashbacks, de dizer (talvez com uns 5 anos, se não estou exagerando) que queria ajudar o planeta Terra. E muitas vezes fico me perguntando, como que eu tinha essas vontades todas sem nem ao menos conhecer direito as outras opções, sem saber das dificuldades que se encontram no meio do caminho, como uma criança é capaz de saber o que quer para o próprio futuro? E essa é uma das minhas milhares de dúvidas.

    Cresci, me formei, e no final das contas achei que medicina era pra mim. Coragem, determinação e sei lá mais o que é necessário para isso não me faltavam. Nunca senti medo das dificuldades que viriam (e que enfrentei) mas também nunca senti orgulho por toda essa força de vontade, ao contrário, admirava muito mais os artistas, a galeta de T.I., de comunicação e todos os outros, geralmente meus amigos. E, até hoje, não sei muito bem porquê quis fazer medicina, talvez fosse para provar para mim mesma que era capaz, ou talvez para os outros que criaram expectativas. Sei que a área sempre me atraiu pelo desafio em si, tenho algo forte por tudo que parecr difícil. Mas entendo que nunca fui atraída pelo prestígio, já que, eu mesma colocava outras profissões num pedestal mais elevado. Quanta ignorância nessa pessoa tão pequena que sou, não conseguia entender que toda profissão tem seu brilho quando feita com amor genuíno.

    A verdade é que mesmo podendo escolher minha profissão, as pressões diante disso sempre foram presentes, e o “poder escolher” no final das contas, não signifcava nada. Meus pensamentos, ideais, conselhos que recebi, educação, e a própria sociedade, apesar de tudo, não foram de grande influência na minha atual escolha. Sem que eu pudesse imaginar, já exercia atitudes, demonstrava interesses e sentia extrema felicidade fazendo coisas que nunca vi como profissão. Eu, que nunca acreditei que algumas pessoas nasciam para determinada coisa, me vi nessa situação e não soube o que fazer. Assim como ouvi aspirantes a médicos dizerem que nasceram com pelo menos um pouco de vocação para essa área, ouvi relatos de várias outras pessoas de outras áreas. E qual é a escolha definitiva? Biologia.

    Não foi nada surpreendente quando me vi diante do computador assistindo a diversos vídeos de biólogos, com aquela sensação de que partilhava do mesmo sentimento deles, e que, afinal, eu realmente tenha os mesmos pensamentos ambientalistas e de amante da vida desde que me entendo por gente. E isso, vindo de uma menina baixinha, gorduchinha e de cabelos cacheados que não tinha coragem de dizer “Oi” para os adultos.

    Ainda não acredito que as pessoas nascem para tal profissão, e defendo com unhas e dentes que todos têm direito de escolher qualquer área (foi muito libertador ouvir isso, quando criança). Mas ainda assim, entendo que a genética ajuda muito na questão de ter inclinação para coisas específicas (veja bem, nunca vi nenhum artigo científico – confiável – que contesta essa minha ideia como verdade). E mesmo não entendendo muito bem como tudo isso aconteceu comigo, fico muito feliz de ter esse mindblow – explosão de mente? Normalmente associado com alguma ideia ou pensamento que antes não era óbvio – neste momento da minha vida. Ok, já considerei cursar biologia outras vezes, mas não estava preparada emocionalmente para entender porquê raios era pra mim, por isso, esse era o momento certo.

    E por quê vou fazer biologia? Não conheço outra pessoa que se preocupa tanto com o ambiente, animais (inlucindo nós) e a própria vida como eu. Outro motivo para não seguir carreira médica é a hipocrisia certas vezes vivida: como cuidar da saúde de outra pessoa se você não cuida da própria?

    Obrigado ao meu pai, que do jeito dele me ensinou a importância dos animais, ao meu namorado que me ensinou a apreciar cada mínimo detalhe da natureza (as formigas que o digam) e aos meus professores que sempre me apoiaram em qualquer decisão que eu tomava, sempre aconselhando, é claro. E pra finalizar, obrigado por estar viva.

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    junho, o mês do renascimento

    [re] apreço

    [re] começo

    [re] nascimento

    aprendendo a viver a partir do zero

     

    Estava pensando sobre o quê poderia escrever antes que o post de 6on6 July viesse a tona, e diante de tantos assuntos e tantas coisas para colocar para fora do meu querido coração, achei que seria importante falar sobre o mês que restaurou minha mente.

    Junho foi aquele mês meio obscuro em que tudo parece estar um pouco nublado, chuvoso, e sem vida. Mas mesmo na chuva, ainda dá pra enxergar uns raios de sol que precedem o arco íris. Esses raios solares são a fonte de esperança para um clima quente e agradável que está prestes a chegar. É nas entrelinhas dessa metáfora toda que consegui enxergar as coisas de outra maneira.

    “Estou acostumado a ver as coisas de outra perspectiva”, o famoso mal de fotógrafo. Fiquei tão presa a essa mera “certeza” que acabei esquecendo que as coisas não permanecem as mesmas, o mundo não para de girar e não posso parar de viver. Certa vez li um texto da Maki de Mingo (desancorando) que dizia que ficamos tão focados no nosso próprio ser, nas coisas que estamos sentindo, que acabamos nos esquecendo de olhar pra fora, e isso nos impede de enxergar as maravilhas que tem por aí no mundo. E falando sério, existem muitas maravilhas por aí para serem descobertas.

    Não estudei, não me exercitei e não me dediquei a fotografia como gostaria. Fiquei por um momento presa nas minhas próprias emoções para só então entender que a minha salvação era simplesmente colocar tudo pra fora. Como? Escrevendo, pintando, fotografando, tocando, cantando. Existem tantas formas de expressar um sentimento, mas o primeiro passo é aceitar o que está emanando do seu ser, e por isso não conseguia colocar pra fora. A partir de agora me recuso a negar minha arte, me recuso a negar meu coração artista. Gostando ou não, isso faz parte de mim, e toda vez que tento “tranca-lo”, fingir que não existe, ocorre uma erupção e põe tudo a tona. #SomosTodosArtistas

    Na real, a lição mais valiosa que aprendi em toda a minha vida (que é curta) até hoje – e provavelmente vou entender outras coisas que me farão dizer o mesmo – é dar valor aos sentimentos, todos eles. Pra uma pessoa fria, analítica e admiradora dos ‘totalmente racionais’, dar valor aos sentimentos é algo difícil, e por isso mesmo que não aceito ser assim. Desafios são legais. O melhor jogo que existe é a própria vida, abandonar a missão não é uma opção.

    ler tudo de novo para editar o texto? eu não 🙂

    assinado nds, blogueirinha de 2010

    pra quem zoa todas as coisas, por quê não zoar a mim mesma?!

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    decisões e diário de estudos #1

    No início desse ano (ou melhor, final do ano passado) decidi mudar de vida. Não foi como aquela simples vontade de ser mais saudável, fitness, entrar numa boa faculdade ou arrumar um bom emprego. Todo mundo tem essa vontade uma – ou sempre – vez na vida. Dessa vez foi diferente, realmente decidi que mudaria de vida, e foi aí que tudo começou. Comecei a fazer mudanças em todas as áreas da minha vida, e apesar de a mudança ser algo constante para todas as pessoas, não pensei que mudaria tanto em pouco mais de 6 meses.

    Com meus plenos 18 anos, finalmente entendi o poder das decisões ao invés de temer a presença delas no meu dia a dia. Decidi que tipo de vida queria e percebi que nunca tive pressa em alcançar as coisas, que não concordava em abrir mão de coisas que gostava para ficar horas estudando e que nós temos apenas esta vida para viver (até onde sabemos). Isso já era óbvio para muitas pessoas que conviviam comigo, mas não me importava nem um pouco com os prejuízos que teria ao fazer tantos sacrifícios em prol da aprovação.

    E sabe, dane-se o tempo, as pessoas que se gabam por já estarem na faculdade, os outros que estão mais preocupados com a sua aprovação que você mesmo. Dane-se, com todo o amor :). Escolhi viver melhor, priorizando a saúde, e claro: sempre estudando. Conhecimento não é esta limitado às páginas de um livro didático, está em cada melodia, verso de poema e até nos traços de um desenho.

    Os estudos fizeram de mim e vão continuar me fazendo uma pessoa melhor, e isso inclui colocar na minha cabeça que: mina, você não pode acabar com o seu corpo, com a sua mente e com a sua saúde por causa de uma prova tão imbecil – apesar de importante. É como se eu tivesse um bff imaginário que é a ciência, e ele me desse conselhos todos os dias. Queria muito que todas as pessoas tivessem esse best friend desses.

    Vim aqui pra escrever sobre isso porque não quero esquecer da importância que o blog tem pra mim, e a gente dá importância assim: se dedicando. Ademais, ter colocado na minha cabeça que é bom sim mudar o tempo todo, porque isso demonstra “evolução”, desenvolvimento, foi a minha salvação. Agora é muito mais fácil achar o que me faz bem, o que me ajuda a estudar (aliás, talvez minha base de estudo para o vestibular serão as questões, porque cansei de estudar teoria que já vi antes).

    Uma coisa que me ajudou demais a aceitar melhor essas mudanças que aconteciam comigo, e a lidar melhor com as bads de ser vestibulando foi a galera do instagram, os chamados studygrammers (gente que posta sobre estudos, geralmente vestibulandos) com a qual tenho compartilhado meu dia a dia, e conseguido motivação (dá pra conferir minha conta clicando aqui ou procurando @ndstudy).

    E mais um ponto importante: existem sim dificuldades, coisas ruins e impecilios, mas quem disse que vale a pena levar essas coisas em consideração? Ser realista é diferente de ser negativo e o que a gente quer é viver feliz, não ficar pensando nas coisas ruins da vida, né!? É questão de querer e decidir (mais uma vez a história sobre decisões).

     

    thanks fravo por me ensinar a ser mais feliz

     

    tem vários posts relacionados mas… preguiça de ler e linkar tudo certinho, sabe?

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