• arte,  desafios,  fotografia

    6 on 6 forever late • n o v e m b e r

     

    até que tudo mude, nada mudou

     

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    ultimamente as cores têm me chamado mais atenção na fotografia. e quando elas não ficam tão ‘chamativas’, acabo colocando um pouco mais de saturação no lightroom e fica tudo certo.

     

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    não fica natural, e nem é pra parecer real mesmo. o legal da fotografia pré e pós produção é que o conceito da foto pode ser facilmente mudado no processo. é um saco quando não pode fugir do tema, do conceito principal. mas, quando é um ensaio feito sem nenhuma regra a seguir, as coisas simplesmente fluem e a mente fica livre pra mudar o sentido que as imagens vão ter no resultado final.

     

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    mesmo que eu trabalhe com ensaios fotográficos femininos, infantis e eventos, a fotografia sempre me chamou mais atenção para a subjetividade.

     

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    cada símbolo, cor, forma e tudo que compõem uma arte visual têm um significado específico. juntos, formam um, dois, três novos sentidos. isso é incrível.

     

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    minha fotografia é mais conceitual e artística do que qualquer outra coisa, é mais forte do que eu

     

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    não percebi de início, mas o 6 on 6 tá me ajudando a me descobrir em outras áreas da fotografia. isso é ótimo.

    Ψ

     

    por motivos maiores, as coisas andam atrasadas em todas as socials networks que administro. estou testando essa coisa de não colocar primeira letra maiúscula no início das frases e também a de postar aqui em inglês – inclusive o 6 on 6 fará parte dos posts em inglês futuramente.

    esse foi o primeiro 6 on 6 que usei a câmera para tirar as fotos. foi no próprio dia 6. minha maior dificuldade é sempre em postar, coisa que minha personalidade ‘bipolar’ não permite o tempo todo, mas esse mês saiu!

    (ignorando as 500 palavras que o google acha bom ter em uma publicação)

  • arte,  lifestyle

    5 motivos para ter um diário

    Diários sempre fizeram parte da minha vida até que, por vergonha (pois é) decidi troca-los por agendas – que acabaram incluindo em minha rotina o conceito de to do list planners e hoje o famoso bujo. Me recusei a ter essa forma de registro até que li O Diário de Annie Frank. Ele não foi nada do que eu esperava ser e a experiência de lê-lo foi suficiente para me convencer de que, sim, é legal ter um diário.

    Ainda tentando me convencer de tais benefícios, pensei em motivos que me fariam ter um diário. E me convenceram, já que, são coisas de que preciso (e provavelmente a maioria das pessoas também).

    Ter um diário…

    1. Ajuda a ter auto-conhecimento. Essa com certeza é a parte mais legal, de tanto escrever sobre as coisas de acordo com nossas perspectivas e opiniões mais íntimas, mais compreendemos a forma como pensamos e porquê somos do jeito que somos. rsrs, redundância

    2. Organiza pensamentos, o que ajuda a raciocinar melhor, fazer escolhas melhores e pensar com mais lógica. Como experiência própria, não há nada pior do que ficar com as ideias bagunçadas, uma confusão total na mente.

    3. Desenvolve melhor os próprios sentimentos, já que, o processo de análise constante de várias situações (descritas) e das respectivas emoções (sentidas durante os acontecimentos) ajudam a perceber padrões de comportamento (que normalmente estão associados aos sentimentos). Ou seja, você passa a entender melhor como se sente, porquê se sente e quais coisas te fazem sentir desse jeito. Isso também pode ser chamado de inteligência emocional, o que ajuda muito nl relacionamento inter-pessoal.

    4. Melhora a escrita e a fala. E quando digo escrita e fala, estou me referindo à coisas referentes à linguagem. Não acho que ninguém nasce com um certk talento que o torna mais coerente em sua escrita, tudo isso vem através da prática, assim como a maioria das coisas. Já na questão da fala, há uma voz interior que fala conosco enquanto escrevemos, essas palavras todas que vêm da nossa mente e vão parar no papel acabam interferindo indiretamente na nossa fala, em como falamos, outro motivo para dar importância à escrita.

    5. Mantém suas mãos ativas, e isso só vale se a pessoa em questão literalmente escreve em um papel, com caneta, lápis ou sei lá o que der vontade no coração. Há diversos estudos que falam sobre como usar as mãos interfere no aprendizado de qualquer coisa, mas não é necessário ler artigos científicos sobre isso, basta fazer os testes. No meu caso, fica muito clara a diferença entre o físico e o digital, e apesar de estar habituada com ambos, um pedaço de papel tem o poder de acelerar o processo cognitivo. Além disso, acho que precisamos continuar escrevendo no papel porque os dedos estão sendo cada vez mais deixados de lado na questão da escrita (como já vi a Maki – desancorando.com.br – citar em um dos posts sobre o morning pages), e não acho que esse abandono seja bom.

    Mesmo gostando de escrever e fazendo isso de várias formas possíveis, não consegui me conter à vontade de ter um diário. Não é nada de maravilhoso quando se olha de longe, parece apenas uma bobeira de criança – o que talvez seja – e talvez seja suspeito dizer que não é (vindo de alguém que é tida um tanto quanto infantil), mas acredito que ter um diário não traz nada de ruim e não é uma perca de tempo. Depois de pensar bastante sobre isso, acho que retratar os dias não é algo tão bobo assim.

    Vibe de BEDA?! Estou escrevendo sobre coisas que nunca imaginei postar aqui e lutando contra a vontade de dormir, perdendo minutos de ligação com o namorado e vencendo a preguiça. Agora que decidi ter um diário (real, não um blpg, nunca vi esse URL como um diário), e que estou com coragem suficiente para isso, já valeu esses dois dias de BEDA. Mas ainda vou tentar continuar.

    Sorry se houver erros de digitação.

    By natinha . bom . br pq é mais legal se zoar com isso

  • aleatoriedades,  fotografia

    6 on 6 july & essa coisa de SER

     

    Nunca pensei que atrasaria no projetinho de fotografia. Sempre que me imaginava participando do 6 on 6 pensava que seria muito fácil reunir 6 fotos e simplesmente postar. Mas como devo ter falado no post de junho, essa coisa de simplesmente postar não funciona comigo, sinto extrema necessidade de dar um signficado pra tudo, e normalmente duas palavras não são suficientes pra contextualizar meus feelings.

     

     

    No meio de tanto planejamento e indecisão, achei que seria mais legal usar apenas o celular para as fotos do 6 on 6. Sem planejamento, edição, e essas coisas toda de fotografia. Sem legendas, sem contextualização, sem worry about.

     

     

    Just kidding, ‘cause nos últimos dias pratiquei um pouco do que mais respeito ultimamente: o simples ato de sentir.

     

     

    Não é nada de novo, mas a gente esquece de parar um pouco o que está fazendo, respirar e tentar entender quem somos nesse raio desse mundão gigante.

     

     

    E apesar de no final das contas realmente não sermos nada – se comparado à grandeza de tudo o que existe, planeta, galáxia, universo e sei lá mais o que tem por aí – carregamos tanta coisa dentro de nós que se esquecer-mos de dar atenção, essa coisa toda nos engole. Assim, fácil, como se fossem as últimas gotas de água numa garrafa quando você tá morrendo de sede.

     

     

    E mesmo digitando várias coisas sem noção, entre fotos aleatórias mas nem tanto, usando palavras aleatoriamente e de um jeito meio errado. Porque… falando sério, não é legal seguir regras e quanto mais errado, mais emocionante. Aliás, o errado é relativo e muda de acordo com a origem do ponto de vista.

     

     

    Bj, flw.

    natinha do blog

  • aleatoriedades,  filosofando hard

    pensamentos sobre a insignificância do ser

    e um multirão de frases desconexas de uma garota que tenta tirar da cabeça aquilo que a perturba, enquanto fala de si mesma em terceira pessoa (mais uma vez, sem a menor paciência para editar o texto).

    Cá estou eu, em mais uma aleatorieade da vida – ou não, tudo é sempre programado – discorrendo sobre coisas que não trazem nem 2 views mas que precisam sair da cachola.

    Óculos no rosto, uma caneca térmica com café + leite até o topo, um gato que disputa a cadeira comigo e duas mãos quase que forçadas a digitar, porque na real, eu não quero escrever. Estou aqui apenas para começar a cumprir um cronograma bobo e talvez surreal feito especialmente para a minha pessoa, planejamento este que consegue garantir todos os meus hobbies em uma só semana, e ainda o tal do hábito. Tudo asneira, de certa forma. E o que realmente importa neste momento? Os estudos. Mas quem disse que eles estão em dia, que tudo está sendo aprendido e apreendido em meu lindo e maravilhoso cérebro que gosta de esquecer o número do celular quando mais precisa, que trava quando me sinto nervosa ou ansiosa. Mais um gole de café, e o pensamento de que nada disso importa. São apenas “brisas”, como dizem os adolescentes na quebrada onde vivo. Respiro fundo, e lá vai mais uma leva de palavras. Essa é mais uma batalha contra a própria mente, contra a persistência da vagabundagem, contra os pensamentos ruins. E mais uma vez, também, é uma luta contra a prevalência do senso comum, dos esteriótipos, das regras mal projetadas, do preconceito e da intolerância. Mais um gole de café. Nada do que falo deve ser considerado como “guia” ou “verdade absoluta”, pois eu mesma sou contra a adesão dessas ideias. Logo, sou, também, contra o meu próprio ser, que desde que respirou o ar pela primeira vez, desde que estabeleceu o primeiro raciocínio, já criava e acreditava em ideias previamente ditas, previamente ensinadas e reensinadas. Agora, “só sei que nada sei” está mundo além da compreensão e do sentimento de equidade com tal frase, mas, é o sentir. Sentir que é um ser tão incrível e insignificante dentro de vários contextos sociais, culturais e até mesmo científicos. Todos estes pensamentos aleatórios, devaneios, não passam de puras e simples palavras que ao menos conseguem expressar uma pequena curva na linha de raciocínio. E afinal, dentre todas as minhas crenças, certezas, repúdios e sentimentos, a consciência do existir será sempre a coisa mais importante. Sem esta, o que seria existir, senão apenas permanecer vivo? E, analisando bem, não somos nada além de corpos perambulantes, pensantes, ignorantes, que se julgam superiores e mais inteligentes que todos os outros seres existentes. No final das contas, não somos nada.

    pensamentos-sobre-a-insignificancia-do-ser-florestalis

    Depois de fugir da realidade (tentar), das pessoas, das responsabilidades, dos sonhos e da minha natural alma artística, não vi outra escolha senão me entregar e aceitar que, talvez, só talvez, eu tenha um raminho em cada uma das artes nessa minha cadeia gigante de indecisão. E pela primeira vez na vida, me sinto grata por não ter certezas, mas dúvidas, por não achar estar certa sobre algo, e ser indecisa. Prefiro ser uma perdida em busca da verdade do que alguém cego pelas próprias certezas.

  • arte,  fotografia

    6 on 6 june & a essência da fotografia

    Projetinho de fotografia que existe desde que blogs são blogs e muito antes de chamarem a gente de “blogueirinha”. A primeira vez que vi alguém postando sobre isso foi suficiente para me apaixonar, e até então, carreguei guardado no peito a vontade de fazer parte disso. Até que – olha só um plot, conheci a Mandy (insta: @maandybooks) nos comentários de uma foto sobre o 6 on 6 do – novo – perfil do insta da Mel (@teawithmel) e me arrisquei ao convidar: “Mandy, vamos fazer o 6 on 6 juntas?”. Foi aí que começou. Obrigado, Mandy ♡

    Neste primeiro 6 on 6 resolvi usar algumas fotos que tirei no começo do mês. O objetivo era sair daquilo com que estava acostumada e usar o celular (e um aplicativo, Kuji Cam) para fazer as fotos. Depois de tanto tempo envolvida na fotografia e me preocupando em pensar na foto, coerência e se elas vão contar uma história, perdi um pouco da sensibilidade com a beleza dos detalhes, e fotografia é essa tal de boniteza que não é tão fácil pra perceber, mas que se a gebte tentar um pouquinho consegue. E o mais legal: cada um tem um olhar diferente, uma forma única de ver as coisas.

    Minha friend, Yasmim, me indicou o Apps, instalei e fui “testar” – sim, usei a palavra testar como desculpa, na minha cabeça. Não planejei nem fiquei pensando em como fazer, me deixei levar e esse foi o resultado. Essa experiência me lembrou como eu me sentia quando entrei nesse mundo paralelo que é a fotografia.

    Confere o post da Mandy aqui, tem um pedacinho dela em cada foto (e uns livros que parecem ser ótimos também). Que venham outros 6 on 6 ♡

    Quem aí já quis fazer 6 on 6 e deixou pra lá porque nunca achou alguém pra fazer junto? Se quiser participar com a gente vem junto! ♡ Vai ser lindo completar essa equipe.

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