• aleatoriedades,  desafios,  listas

    coisas para fazer na primavera

     

    Quando entrei na onda do Bullet Journal, pratiquei a façanha de listar coisas. Os tipos de lista eram muitos, mas reinavam as listas de coisas pra fazer, foi quando fiz a lista de coisas para fazer na primavera.

    Ano passado, quando criei essa lista, minha principal motivação era celebrar minha estação do ano favorita me envolvendo mais com a natureza (sem precisar fazer uma trilha ou acampar). Então reuni num papel, coisas simples para fazer que poderia encaixar na minha rotina. Na época me inspirei em um post do Super Ela escrito pela Maki de Mingo do desancorando (já deu tempo de enjoar de eu falando tanto dela por aqui?).

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    O foco principal da lista é fazer atividades que envolvam contato com a natureza, e faz parte de um desafio que acabei de criar que se chama Nature Connectedness (Conectados com a Natureza). O objetivo é tentar criar uma relação forte com a natureza, e como faz isso? Tendo contato com as plantas, animais etc. E também, prestar atenção nos benefícios que esse contato traz (são muitos). Mas vamos a lista, em outro momento escrevo sobre o desafio.

     

    coisas-para-fazer-primavera-2018
    Primavera no Hemisfério Sul: 23/setembro – 22/dezembro | Foto: Cintia Taira

     

    coisas para fazer na primavera

    vou marcar como • ou 

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     • andar de bicicleta (tente)

    Essa com certeza não é minha melhor habilidade. Aliás, nem é uma habilidade. Sempre quis aprender a andar de bicicleta, mas desisti ainda criança. Esse ano pude tentar pela primeira vez depois de anos – quando fui pra praia -, minha amiga Nicoly me ajudou, e acho que estou perto de aprender. (Hahah, fale em andar de bicicleta que dou risada. 19 anos e não consigo nem dar 3 pedaladas)

     

     • relembrar como é andar de patins

    Não sabia andar de bicicleta mas me recusava a ficar parada vendo as crianças do prédio brincando. Decidi aprender a andar de bicicleta, e assim o fiz. Mas, quando quebrei o braço (andando de patins) veio meu declíneo: nunca mais andei do par de tênis com rodinhas ;-;

     

     • tentar (de novo) andar de skate

    Tentar, tentar, jamais desistir. É isso.

     

     caminhar

    Mas tem que ser outside! Fora de casa, na rua, no parque, em qualquer lugar com ar fresco e natureza por perto (mesmo que seja só umas 2 árvores. gente que mora em SP me entende).

     

     • correr

    Em lugares apropriados para corrida, mas também em contato com a natureza (não vale na academia).

     

     • nadar

    Onde e como? Boa pergunta, também não sei. Mas como esse é o único esporte no qual tenho sucesso, e o único que gosto muito, seria impossível não coloca-lo aqui.

     

     • encontrar um bom chá gelado (ou café) para tomar

    No meu caso, preciso achar um chá que eu goste, e acho que vou gostar mais de um gelado. Recomenda algum lugar pra eu tomar um bom chá gelado? (ou receita) Me fala nos comentários.

     

     • dia do sorvete!

    Pra comprar aquele sorvete e aproveitar o momento! – o melhor doce na melhor estação ♥ 🙂

     

     • planejar um pic-nic com alguém especial

    (essa pessoa especial pode ser você!).

    No meu caso, será com o Flávio

     

     • ir ao pic-nic.

    Precisei colocar esse aqui porque costumo planejar e não fazer (ops)

     

     • tirar MUITAS fotos.

    Às vezes é um pouco difícil lembrar/ter vontade de fotografar bons momentos quando se trabalha com fotografia.

     

     • […] e postar fotos!

    The boss. Confesso que postar minhas fotografias nas redes não é lá algo tão natural pra minha pessoa.

     

    √ ler embaixo de uma árvore.

    Coloca um lençol no chão, deixa perto uma garrafa de água, alguma coisa pra comer. Pronto ♥ (pessoas sensíveis aos insetos, como eu, usem repelente)

     

    √ escrever sentado(a) na grama.

    Escrever nunca é demais, e quando fazemos isso diariamente nossa percepção de vida muda!

     

     • ler 1 livro em 1 dia.

    Tenta com um pequeno, ok?! Não aceitei minha incapacidade demorar tanto para terminar um livro, por isso sempre retorno com esse tipo de desafio.

     

     estudar em uma cafeteria, biblioteca e/ou parque.

    Uma ótima forma de voltar ao pique #studyhard.

     

     • festejar!

    Com coisas naturais! Seja um lugar, um prato, ou com o tema da primavera. E quando escolhi isso, foi com o objetivo de comemorar aniversários de namoro. Só tenho mais 2 até o final da primavera, então lets work

     

    (essa minha lista reúne um pouco de todas as coisas que queria fazer para variar a rotina, por isso se tornou bem pessoal)

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    E você, já pensou nas coisas que quer fazer na primavera? E me conta o que você achou do desafio Nature Connectedness.

  • going on,  in english

    what has been going on the last months (+ some links)

    heeeeeeey, finally some stuff I post in english after the first one!!! yep

    Truly, I was kinda unmotivated and sad about the virtual life and also my mental health wasn’t that good to keep going on challenges, even studies were interrupted for a while. But now I’m here, and while I can there be new stuff.

    Here’s a resume of what has been going on my life, ‘cause it helps me to understand what I need to do.

     

    no cellphone no camera? no pics?

    Well, I’m actually with a cellphone but it camera doesn’t work. Although, I can take pics with my Nikon D3100 Camera (my little sweet baby). I haven’t been doing it yet because it’s kinda boring the process to save it on the computer. Even though, I am trying to make an extra effort with it.

     

    photography as a job

    If there’s something make me feel both happiness and fear is photography. Photograph for fun is awesome but work with it makes me freeze. I am taking a few steps to make it as my real job, like building my online portfolio, registering a public “freelancer” number (in Brazil) and reconnecting with people. I understand it’s the right moment, I feel prepared for it now.

    PLUS, I love all of the visual communication and I wish to study it in a specialized school next year (including design).

    You can know about the news following me on Instagram and Facebook.

     

    english learning

    When I started studying english I had being an english teacher like a goal.  Things didn’t happen that way because of my shiny personality. So last months I gave up trying to improve english motivated by the feeling I couldn’t be good at it. But on the last days – finally – it has changed a bit. I still wanna be a teacher and I decided to improve all of my skills to be good at it. One of the things I’m doing is going to meetups to practice english with natives and people who speak english, and my first time was awesome. I hope to continue improving my english skills.

     

    reading

    Since the beginning of the year my most priority on reading is about the ones I need to study for the test I’m gonna have on november. Also, I’ve been reading a bit of DC comics, fictional and blogs. Check out my readings on GoodReads.

     

    watching

    I used to search and watch series/movies on unsafe and strange sites but right now I don’t have to. Certainly, Netflix has saved me so much time (but also, wasted).

    The series I most like to watch these weeks: The Good Place, Gravity Falls, Final Space, The End of the Fucking World, Lucifer, Black Mirror and ATYPICAL (this one is awesome); most of them are currently updated. Movies are really good I watched this week: Sierra Burges Is a Loser (my english classmate Gabriel suggested, thanks ♥) and Coraline.

     

    studying (?)

    When decisions came to me I just froze and it really disturbed me. I’m changing every time especially on studies, which means I casually need some breath. I’ve not been studying just like I used to, but the time I’m saving now is being used for my improvement. Thomas Frank and Fernando Mesquita are the most important examples I use for my own life, with them I learn a huge quantity of self-improvement. Also, I’m in the 100 days of productivity challenge (currently on day 65th), that’s how I keep my goals in mind while I take a bit breath. (I’m always saying how I take breaks but actually, they’re more like a moment to make decisions. So I keep working)

     

    what-has-been-going-on-the-last-months-1
    i try to take notes on my study books, if it’s not mine i use some left paper

     

    While writing all of these things I was trying to figure out why I should keep digiting this, and what I see now: it helps a lot to have another vision and to understand in what I need to focus starting by now.

    Hope you all have in mind what to do to achieve your goals ♥

     

    see you

    one more post in english by someone who’s learning how to get words together,

    nds

  • sessão online de terapia

    metamorphosis

    é uma vivência estranha essa minha, de estar em constante transformação. a cada despertar uma nova mudança. a cada piscar de olhos uma nova visão. a cada passo, um tropeço. a cada tropeço, levanto. quando levanto, lá vem um novo começo.

    palavras não são e nunca foram suficientes pra mim. o que é bom porque me obriga a recorrer às outras artes para me expressar. também é ruim, pois acaba sendo uma forma de exemplificar, ou justificar minha incapacidade com as palavras. de qualquer forma não vim aqui falar sobre isso.

    sinto agora, uma onda de pensamentos com a simples tentativa de escrever. calma. as lágrimas são como a chuva, não foram feitas para derrubar. se algum dia houve poeira, a correnteza nunca deixou espaço para alocar-se. então, ao invés de deixar-me afogar, nado até superfície e sinto o calor do sol no meu rosto, e apesar da cegueira temporária, só quero continuar nadando. ok, quase me afoguei, eu sei. e precisei sofrer, sentir a dor de uma metamorfose para só então, nadar. e por mais que muitos me digam “metamorfoses não foram feitas para doer”, responderei “diga isto às pessoas que estão sempre de mudança, não importa qual”. nenhuma mudança foi feita para acalentar corações, ainda que essa  o faça, não passa de momento.

    respiro. olho para o céu. agradeço por tudo. agradeço pela dor e pelo sofrimento.

    nunca vi alguém sentir gratidão pela dor. e esta é sem dúvidas uma das coisas mais estranhas. sentir é uma coisa estranha. sentir o que eu sinto causa dor. o que me destrói é capaz de construir uma nova pessoa. meus sentimentos são meus mais profundos pesadelos, e também meus mais desejados sonhos. dentre tanta coisa desconexa e um monte de palavras que para muitos, não significam nada, descanso brevemente meu coração. dá medo dizer que essa paz é algo momentâneo, mas tudo bem.

    com tantas pessoas no mundo sofrendo por causa do que sente, do que não sente, ou do que pensa que sente, a frase que a internet grita é “tá tudo bem”, enquanto nada está bem. mesmo assim, serve pra me consolar.

    mais um textinho desconexo num marzão de textos sem sentido,

    metamorphosis

    this is me, becoming something better

  • aleatoriedades,  diário

    “o que eu quero ser quando crescer” bio vs med

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    E porquê desisti de medicina. E talvez uma desmistificação de que essa área é mesmo prestigiada (por mim).

    *estou mais feliz porque ao participar do beda (blog everyday in august), estou escrevendo mais, e consigo perceber que aos poucos, vou melhorando. Isso é beeem legal, ~ c voz de criança mesxmo

    Após um tempo tomando coragem de admitir o tamanho da responsa, gritei aos quatro cantos que medicina era minha futura profissão. Não tinha certeza que era realmente isso que queria, e acho que ninguém tem certeza absoluta da maioria das decisões que toma. E digamos que, ter certeza não é meu forte. Hoje, vejo essa indecisão toda como uma qualidade, o que me ajuda a ser mais prudente e cuidadosa, e me torna mais flexível para mudanças. Afinal, fica difícil melhorar quando não se esta disposto a mudar. Não quer dizer que seja fácil, mas é bem mais tranquilo viver tentando ter mindgrowing, a chamada mentalidade de crescimento.

    O que mais nos perguntam em nossa infância – pelo menos nas que presenciei, e a minha – se resume no que raios faremos com a nossa vida quando estivermos adultos. Há muita discussão sobre isso de vários lados, seja psicólogos, pais, educadores e até das próprias crianças que geralmente são cobradas da responsabilidade de decidir o futuro delas sem ao menos ter maturidade emocional para isso (fui tendenciosa né, eu sei). Pense um pouco sobre como foi isso para você, e me conta aí embaixo como você lidou com tudo isso. Se puder, pesquisa um pouco sobre essa exigência que a sociedade exerce nas crianças, coisa que acredito ser verdade, mas que pode ser contornada através dos pais e educadores.

    Sempre tive liberdade de escolher qual profissão teria no futuro, mas isso não minimizava a expectativa de meus pais. Pensei em ciências, arqueologia, área militar, arquitetura, engenharia, letras, fotografia, jornalismo e por aí vai. Lembro que quando estava prestes a começar o ensino fundamental (primeira série), minha professora me disse a seguinte frase “você pode ser qualquer coisa que quiser quando crescer, mas precisa acreditar.”. Essa frase quebrou minhas pernas ao mesmo tempo que abriu mil leques de possibilidades, enquanto podia escolher qualquer coisa precisa ter de que conseguiria isso, e falando sério, fé sempre foi o meu fraco. Autoconfiança nunca foi meu ponto forte, apesar de sempre mostrar o contrário (ainda bem que estou aprendendo a ser).

    Lembro de responder as perguntas, posteriormente, “cientista”. E logo questionavam de novo “mas cientista de quê? Sabe que existem várias áreas né?”. “Sei, mas só quero ser cientista”. Lembro ainda, como se fossem flashbacks, de dizer (talvez com uns 5 anos, se não estou exagerando) que queria ajudar o planeta Terra. E muitas vezes fico me perguntando, como que eu tinha essas vontades todas sem nem ao menos conhecer direito as outras opções, sem saber das dificuldades que se encontram no meio do caminho, como uma criança é capaz de saber o que quer para o próprio futuro? E essa é uma das minhas milhares de dúvidas.

    Cresci, me formei, e no final das contas achei que medicina era pra mim. Coragem, determinação e sei lá mais o que é necessário para isso não me faltavam. Nunca senti medo das dificuldades que viriam (e que enfrentei) mas também nunca senti orgulho por toda essa força de vontade, ao contrário, admirava muito mais os artistas, a galeta de T.I., de comunicação e todos os outros, geralmente meus amigos. E, até hoje, não sei muito bem porquê quis fazer medicina, talvez fosse para provar para mim mesma que era capaz, ou talvez para os outros que criaram expectativas. Sei que a área sempre me atraiu pelo desafio em si, tenho algo forte por tudo que parecr difícil. Mas entendo que nunca fui atraída pelo prestígio, já que, eu mesma colocava outras profissões num pedestal mais elevado. Quanta ignorância nessa pessoa tão pequena que sou, não conseguia entender que toda profissão tem seu brilho quando feita com amor genuíno.

    A verdade é que mesmo podendo escolher minha profissão, as pressões diante disso sempre foram presentes, e o “poder escolher” no final das contas, não signifcava nada. Meus pensamentos, ideais, conselhos que recebi, educação, e a própria sociedade, apesar de tudo, não foram de grande influência na minha atual escolha. Sem que eu pudesse imaginar, já exercia atitudes, demonstrava interesses e sentia extrema felicidade fazendo coisas que nunca vi como profissão. Eu, que nunca acreditei que algumas pessoas nasciam para determinada coisa, me vi nessa situação e não soube o que fazer. Assim como ouvi aspirantes a médicos dizerem que nasceram com pelo menos um pouco de vocação para essa área, ouvi relatos de várias outras pessoas de outras áreas. E qual é a escolha definitiva? Biologia.

    Não foi nada surpreendente quando me vi diante do computador assistindo a diversos vídeos de biólogos, com aquela sensação de que partilhava do mesmo sentimento deles, e que, afinal, eu realmente tenha os mesmos pensamentos ambientalistas e de amante da vida desde que me entendo por gente. E isso, vindo de uma menina baixinha, gorduchinha e de cabelos cacheados que não tinha coragem de dizer “Oi” para os adultos.

    Ainda não acredito que as pessoas nascem para tal profissão, e defendo com unhas e dentes que todos têm direito de escolher qualquer área (foi muito libertador ouvir isso, quando criança). Mas ainda assim, entendo que a genética ajuda muito na questão de ter inclinação para coisas específicas (veja bem, nunca vi nenhum artigo científico – confiável – que contesta essa minha ideia como verdade). E mesmo não entendendo muito bem como tudo isso aconteceu comigo, fico muito feliz de ter esse mindblow – explosão de mente? Normalmente associado com alguma ideia ou pensamento que antes não era óbvio – neste momento da minha vida. Ok, já considerei cursar biologia outras vezes, mas não estava preparada emocionalmente para entender porquê raios era pra mim, por isso, esse era o momento certo.

    E por quê vou fazer biologia? Não conheço outra pessoa que se preocupa tanto com o ambiente, animais (inlucindo nós) e a própria vida como eu. Outro motivo para não seguir carreira médica é a hipocrisia certas vezes vivida: como cuidar da saúde de outra pessoa se você não cuida da própria?

    Obrigado ao meu pai, que do jeito dele me ensinou a importância dos animais, ao meu namorado que me ensinou a apreciar cada mínimo detalhe da natureza (as formigas que o digam) e aos meus professores que sempre me apoiaram em qualquer decisão que eu tomava, sempre aconselhando, é claro. E pra finalizar, obrigado por estar viva.

  • arte,  lifestyle

    5 motivos para ter um diário

    Diários sempre fizeram parte da minha vida até que, por vergonha (pois é) decidi troca-los por agendas – que acabaram incluindo em minha rotina o conceito de to do list planners e hoje o famoso bujo. Me recusei a ter essa forma de registro até que li O Diário de Annie Frank. Ele não foi nada do que eu esperava ser e a experiência de lê-lo foi suficiente para me convencer de que, sim, é legal ter um diário.

    Ainda tentando me convencer de tais benefícios, pensei em motivos que me fariam ter um diário. E me convenceram, já que, são coisas de que preciso (e provavelmente a maioria das pessoas também).

    Ter um diário…

    1. Ajuda a ter auto-conhecimento. Essa com certeza é a parte mais legal, de tanto escrever sobre as coisas de acordo com nossas perspectivas e opiniões mais íntimas, mais compreendemos a forma como pensamos e porquê somos do jeito que somos. rsrs, redundância

    2. Organiza pensamentos, o que ajuda a raciocinar melhor, fazer escolhas melhores e pensar com mais lógica. Como experiência própria, não há nada pior do que ficar com as ideias bagunçadas, uma confusão total na mente.

    3. Desenvolve melhor os próprios sentimentos, já que, o processo de análise constante de várias situações (descritas) e das respectivas emoções (sentidas durante os acontecimentos) ajudam a perceber padrões de comportamento (que normalmente estão associados aos sentimentos). Ou seja, você passa a entender melhor como se sente, porquê se sente e quais coisas te fazem sentir desse jeito. Isso também pode ser chamado de inteligência emocional, o que ajuda muito nl relacionamento inter-pessoal.

    4. Melhora a escrita e a fala. E quando digo escrita e fala, estou me referindo à coisas referentes à linguagem. Não acho que ninguém nasce com um certk talento que o torna mais coerente em sua escrita, tudo isso vem através da prática, assim como a maioria das coisas. Já na questão da fala, há uma voz interior que fala conosco enquanto escrevemos, essas palavras todas que vêm da nossa mente e vão parar no papel acabam interferindo indiretamente na nossa fala, em como falamos, outro motivo para dar importância à escrita.

    5. Mantém suas mãos ativas, e isso só vale se a pessoa em questão literalmente escreve em um papel, com caneta, lápis ou sei lá o que der vontade no coração. Há diversos estudos que falam sobre como usar as mãos interfere no aprendizado de qualquer coisa, mas não é necessário ler artigos científicos sobre isso, basta fazer os testes. No meu caso, fica muito clara a diferença entre o físico e o digital, e apesar de estar habituada com ambos, um pedaço de papel tem o poder de acelerar o processo cognitivo. Além disso, acho que precisamos continuar escrevendo no papel porque os dedos estão sendo cada vez mais deixados de lado na questão da escrita (como já vi a Maki – desancorando.com.br – citar em um dos posts sobre o morning pages), e não acho que esse abandono seja bom.

    Mesmo gostando de escrever e fazendo isso de várias formas possíveis, não consegui me conter à vontade de ter um diário. Não é nada de maravilhoso quando se olha de longe, parece apenas uma bobeira de criança – o que talvez seja – e talvez seja suspeito dizer que não é (vindo de alguém que é tida um tanto quanto infantil), mas acredito que ter um diário não traz nada de ruim e não é uma perca de tempo. Depois de pensar bastante sobre isso, acho que retratar os dias não é algo tão bobo assim.

    Vibe de BEDA?! Estou escrevendo sobre coisas que nunca imaginei postar aqui e lutando contra a vontade de dormir, perdendo minutos de ligação com o namorado e vencendo a preguiça. Agora que decidi ter um diário (real, não um blpg, nunca vi esse URL como um diário), e que estou com coragem suficiente para isso, já valeu esses dois dias de BEDA. Mas ainda vou tentar continuar.

    Sorry se houver erros de digitação.

    By natinha . bom . br pq é mais legal se zoar com isso